Empreender e Teologar

"A convergência de dois olhares específicos em prol do bem comum"


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EVANGELIZAÇÃO E MISSÃO PROFÉTICA

Compartrilho com vocês este estudo feito para uma proposta de projeto missionário a ser aplicado nas comunidades. Espero que possa ser util para aqueles e aquelas que convocados pelo nosso Papa Francisco, estão se colocando em estado permanente de missão. Boa leitura!

Robson Cavalcanti

Teólogo e leigo Católico

A pastoral em chave missionária exige o abandono deste cômodo critério pastoral: «fez-se sempre assim». Convido todos a serem ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respectivas comunidades. (…) A todos exorto a aplicarem, com generosidade e coragem, as orientações deste documento, sem impedimentos nem receios. “Evangelii Gaudium”

1ª  REFLEXÃO: Texto Bíblico: Lucas 4.18-19 

“O Espírito do Senhor está sobre mim pelo que ungiu a mim para evangelizar os pobres, enviou a mim para proclamar aos cativos a libertação e aos cegos a recuperação da visão, para enviar os oprimidos em liberdade, para proclamar um ano aceitável do Senhor”.[1]

Em Lucas 4.18-19, Jesus propõe superar a realidade através de uma ação que inicia com atitude profética que está construída em cima da leitura da realidade.

Evangelização e missão profética da Igreja Católica

A Igreja Católica Apostólica Romana na sua organização a nível Brasil, conta com a CNBB – Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil, que nas suas assembléias elaboram documentos para os vários desafios da Igreja, entre eles o desafio da evangelização. Desde 2005 a ICAR[2] entende que há sempre novos desafios.

Partimos da ideia de que a evangelização compreende o anuncio da salvação (transcendente e escatológica) oferecida por Deus na pessoa de Jesus Cristo a toda criatura, dom da graça e misericórdia divina. Para nossos dias, a evangelização deve comportar uma mensagem explicita, adaptada as diversas situações vividas, visando sempre sua atualização, sobre a vida de modo geral, com seus direitos deveres, sobre a paz a justiça e sobre a libertação. Portanto, é possível afirmar que a evangelização é profundamente profética, trazendo esperança no anuncio da boa nova da salvação e da libertação a partir de Jesus Cristo, o caminho para a salvação, que torna possível a libertação da opressão, da alienação e de todo o mal.

Pelos profetas, a revelação divina foi comunicada na história da salvação. Desde Elias, passando por Moisés, trazendo consigo a experiência do Êxodo, onde Javé se faz presente no meio do povo para libertá-lo e faz uma aliança com ele. Posteriormente vemos nos profetas como Isaías, Jeremias, Miquéias, entre outros como eles, o recebimento da vocação desde o ventre materno para anunciar Deus e seus juízos e também denunciar os pecados, infidelidades, chamando todos à conversão e apontando o caminho certo. Sempre foram arautos da esperança, ao vislumbrar dias melhores a partir da confiança e amor a Deus. Com eles, é professado a esperança de uma salvação nova, de uma nova aliança e de um messias que promova a justiça e a paz, além do derramamento do Espírito Santo a toda humanidade.

No Novo Testamento é retomada a dimensão profética através de João Batista, que anuncia o Messias e a necessidade do arrependimento e da conversão. João Batista anuncia Jesus, considerado o novo profeta à luz de Moisés que vem realizar um novo Êxodo e instituir uma nova aliança, definitiva, entre Deus e a humanidade. “Jesus, o Filho de Deus, é a Palavra encarnada, o missionário do Pai, totalmente inserido na história, solidário com todos os seres humanos.”

Através do Espírito Santo, é confiada à Igreja a continuidade da profecia, onde “a dimensão profética é dimensão essencial da missão evangelizadora da Igreja.” Neste sentido, os leigos e leigas inseridos na missão profética da Igreja, são sujeitos privilegiados da inculturação do evangelho para a construção do Reino de Deus na história.

A partir destas colocações, é possível entender a busca da Igreja em evangelizar de maneira vital, em profundidade, compreendendo que se deve realizar tal feito a partir das pessoas, pois não haverá mudanças na cultura e nas estruturas sociais sem a conversão das pessoas. Além disso, o anuncio do evangelho é real quando aquele que o faz é testemunha do mistério, que experimentou Deus.

“Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!” (1Cor 9.16c)

O anuncio do evangelho para o cristão é mais do que obrigação, pois expressa a alegria de servir ao Reino de Deus, estando sempre relacionado com Cristo. Neste sentido, a comunidade de fé, expressa a assimilação da mensagem de Jesus, como comunidade de discípulos e discípulas. O grande desafio para nós cristãos e discípulos de Jesus é fazer dela uma casa e uma escola de comunhão.

Esta comunidade sinal de comunhão, não se faz voltando-se para si, mas sendo fermento dentro da sociedade, fazendo da profecia o modo de ser Igreja, deixando que os necessitados, excluídos e oprimidos se sintam em casa como real e eficaz apresentação da boa nova e do Reino de Deus.

Contudo, a profecia cristã é escatológica, ou seja, anuncia um futuro para além da história, um tempo eterno, mas que já se faz ver o brilho da luz do tempo vindouro aqui e agora. Portanto, a fé cristã se fundamenta na promessa de Deus, da segunda vinda de Cristo e não em utopias humanas. Os empenhos de constituir a fraternidade no mundo são reflexos da promessa de Jesus que está conosco até a consumação do mundo (Mt 28.20).

Assim, a salvação em Cristo, por ser transcendente e escatológica, ultrapassa todos os limites, tendo sua plena realização em Deus, ou seja, tem seu começo nesta vida, já com a certeza de que sua realização plena se dará na eternidade.[3]

No projeto nacional de evangelização

Este projeto está em consonância com as orientações da V Conferencia do CELAM em Aparecida, onde todas as Igrejas da América Latina assumiram esta Missão Continental.

Seu objetivo geral é “Abrir-se ao impulso do Espírito Santo e incentivar, nas comunidades e em cada batizado, o processo de conversão pessoal e pastoral ao estado permanente de Missão, para a Vida plena” e tem como objetivos específicos:

a)Proporcionar a alegre experiência do discipulado, no encontro com Cristo;

b)Promover a formação em todos os níveis para sustentar a conversão pessoal e pastoral do discípulo missionário;

c)Repensar as estruturas de nossa Ação Evangelizadora para um compromisso de ir e atingir a quem normalmente não é atingido;

d)Favorecer o acesso de todos, a partir dos pobres, à “atrativa oferta da vida mais digna em Cristo” (cf. DA 361);

e)Aprofundar a Missão como serviço à humanidade;

 f)Discernir os sinais do Espírito Santo na vida das pessoas e na história.[4]

Conforme a nova proposta de Aparecida, com relação à formação dos discípulos missionários, destaca-se cinco aspectos fundamentais:

“O encontro com Jesus Cristo mediante seu anúncio, fazendo-se um fio condutor que leva a pessoa a uma renovação através do testemunho pessoal, pelo anuncio deste querigma e pela ação missionária da comunidade”

“A conversão como resposta inicial de quem crê em Jesus Cristo e que buscar segui-lo conscientemente.”

“O discipulado, como amadurecimento constante no conhecimento, no amor e no seguimento de Jesus Cristo, aprofundando o mistério trinitário, seu exemplo de vida e doutrina a partir da catequese permanente e de uma vida envolvida pelos sacramentos.

“A comunhão, pois não há vida cristã sem comunidade. E não só a comunhão com a comunidade eclesial de base, mas desde a família, a paróquia, as outras comunidades de vida consagrada e também a comunhão com os irmãos e irmãs de outras tradições cristãs.”

“A missão, nascida da vontade de compartilhar esta experiência de salvação com os outros, de plenitude e alegria em Jesus Cristo.” A missão deve estar contemplada em todo processo de evangelização, porém levando sempre em consideração o grau de amadurecimento da pessoa.[5]

 2ª REFLEXÃO: Texto Bíblico: Lucas 7.18b-23

“E João tendo convocado dois dos discípulos dele, enviou-os ao Senhor dizendo: És tu o que vem ou esperamos outro? E tendo chegado a ele (Jesus), os homens disseram: João o batista enviou-nos a ti dizendo: És tu o que vem ou esperamos outro? Naquela mesma hora (Jesus) curou muitos de doenças e sofrimentos e espíritos malignos e cegos e a muitos concedeu ver. E (Jesus) respondendo disse a eles: Indo, anunciai a João as coisas que vistes e ouvistes: cegos tornam a ver, paralíticos andam, leprosos são purificados e surdos ouvem, mortos são ressuscitados, pobres são evangelizados; e bendito é quem não se escandalizar em mim.”[6]

Jesus não fica apenas nas palavras. O testemunho aqui é vivencial e viabilizado no cotidiano. Que também nós possamos transformar nossas palavras em gestos concretos.

Reflexão comunitária a partir do texto bíblico.

Reunir as lideranças da comunidade de fé analisada e refletir sobre a indicação da prática de Jesus, conforme indicação acima:

As lideranças da comunidade têm hoje como meio disponíveis de evangelização as novenas, a catequese e as missas dominicais. Acontece neste mês a novena de Nossa Senhora Aparecida e assim que ela acabar começará uma nova, para o Natal. Contudo ela conta somente com o subsídio que a Igreja produz para as novenas e não faz nenhum mapeamento aprofundado, voltado para a missão e a evangelização. As mesmas lideranças desejam fazer visitas, mas também tem receio de não atingir o objetivo já que não tem um plano elaborado. Por isso, será apresentado na próxima reunião a ser marcada este trabalho onde constam as urgências da ação evangelizadora.

Vocação universal à santidade

Ninguém é mais santo do que este Deus trindade. Ele é santo por excelência. Neste sentido se pode afirmar com legitimidade que a santidade se configura como a vocação fundamental na vida de todos os Cristãos. Podemos encontrar muitos textos bíblicos que nos remetem a esta conclusão, desde o Antigo ao Novo Testamento, como por exemplo: “sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou Santo” (Lv 19.2),[7] da qual Jesus se apropria “quando apresenta a proposta de vida que veio trazer: ‘sede perfeitos como o Pai celeste é perfeito’ (Mt 5,48).” É a união com Deus que confere esta santidade por meio de Jesus Cristo a todos os Cristãos. A comunidade Cristã rapidamente adquire esta consciência da sua vocação de viver a santidade, tanto que Paulo saúda a comunidade de Corinto chamado-os de “fiéis santificados” e “chamados à santidade” (1Co 1.2), afirmando aos romanos que estes são “chamados a serem santos” (Rm 1.7). Assim, o povo se constitui como um “sacerdócio santo”, uma “nação santa” (1Pd 2.5-9). Este apelo a santidade perpassa toda a história do Cristianismo e chega até os dias de hoje.[8]

Laicidade como vocação específica dos fiéis

Como visto no capítulo anterior, o Concílio Vaticano II faz a importante afirmação dizendo que os leigos e leigas se santificam através das “tarefas humanas.”[9] Os cristãos leigos e leigas são chamados a atuar nas realidades temporais, como a realidade familiar, do trabalho, do matrimônio, da política e da participação direta nos meios populares. Esta é a sua vocação específica na qual sua santidade é cultivada, ou seja, na medida em que os leigos e leigas se comprometem com esta vocação, simultaneamente eles também se santificam. Portanto, é possível afirmar que a santidade dos cristãos leigos e cristãs leigas, que tem a natureza de valor secular, é sua vocação fundamental e que esta dimensão da vocação permite “superar de uma vez o dualismo que retira os leigos e leigas do meio do mundo, das lutas pela transformação da sociedade, fechando-os em um espiritualismo de fuga desencarnado da realidade cotidiana”.[10]

Vivendo a santidade da qual são vocacionados, os cristãos leigos e cristãs leigas cumprem sua tarefa evangelizadora no cotidiano e faz com que a Igreja expresse o projeto de Deus para toda a humanidade assumindo sua dimensão de laicidade, “sendo sal e fermento” e “vivendo a vocação universal à santidade no mundo, reconhecendo seu valor próprio e sua positividade.” É justamente neste viver que os cristãos leigos e cristãs leigas respondem o chamado de Deus à laicidade, sua vocação específica. Eles cumprem sua vocação específica animando e sustentando esta laicidade da Igreja, fazendo penetrar dentro dela os valores do mundo, como “a dignidade da pessoa humana, democracia, direitos, liberdade, responsabilidade, diversidade, diálogo e tolerância.”[11]

Chamados a criar uma “nova cultura da vida,” os cristãos leigos e cristãs leigas passam a “defender a bondade das coisas criadas”(Gn. 1.31) contra “o menosprezo e a demonização das realidades temporais que também são obras divina.” Eles alertam a Igreja para a presença de Jesus Cristo no mundo,” fazendo recuperar também “a dimensão cósmica da fé.” Portanto, a vocação dos leigos e leigas também é fazer com que a Igreja crie unidade com o mundo, entrando em plena comunhão com a criação de Deus, desfazendo a separação entre sagrado e profano e mostrando que “tudo brotou da potência criadora do Pai que no Filho criou todas as coisas,”(Cl 1.16) mostrando assim “a presença viva do Ressuscitado.”[12]

Esta vocação dos cristãos leigos e cristãs leigas “vivida no mundo, a partir do mundo e dentro do mundo,” abraça concretamente a sua laicidade, não se confundindo com a participação em atividades de cunho religioso, litúrgico e sacramental e suplências em atividades clericais. Estas atividades, na verdade, servem para abastecer a espiritualidade e dar ânimo para continuar a caminhada, na direção da sua laicidade, sua vocação para o mundo.[13]

Ao fazer esta afirmação, de maneira nenhuma se pretende colocar os cristãos leigos e cristãs leigas, fora das atividades eclesiais, pois é também entendido que eles são chamados por Deus para atuar no serviço interno das comunidades, ajudando seus pastores no exercício dos vários ministérios, conforme os dons e carismas que Espírito Santo lhes concede. É preciso considerar também que o exercício dos ministérios não ordenados refletem a resposta do chamado de Deus para o serviço da evangelização e a presença da dimensão carismática na Igreja, revelando uma Igreja cheia de dons e da graça do Espírito Santo.[14]

Além disso, é através do batismo que cada cristão leigo e cristã leiga é inserido na diakonia de Jesus e pelos sacramentos da crisma e do matrimônio são chamados a servir tanto no mundo como dentro das Igrejas “exercendo serviços diretamente ligados a hierarquia, animando, dividindo responsabilidades, evangelizando e cuidando de todos e todas que buscam a fé.[15] Mas, como ainda é presente “a teologia que faz uma contraposição entre clero e laicato,” faz-se necessário o comprometimento dos leigos e leigas em assumir mais este desafio, demonstrando que no Espírito de diakonia, nunca o clero e o laicato serão ameaça um para o outro. Daí vem a responsabilidade dos leigos e leigas em testemunhar uma Igreja de caráter ministerial, que precisa dos ministérios não ordenados para levar a boa nova de Jesus mais além.[16] As CEBs, neste sentido, se configuram como expressão desta Igreja servidora e comprometida, que estando “inserida na realidade” e mais “voltada para dimensão da laicidade” , acolhe e valoriza os ministérios não ordenados. Elas revelam abertura ao sopro do Espírito Santo, que as caracterizam como um novo jeito de ser Igreja.[17] Entre os muitos ministérios que nas CEBs possam existir, é possível destacar os de ordem externa e de ordem interna, ou seja, os que são vivenciados além da comunidade de fé e os que são vivenciados dentro da comunidade de fé. Com relação aos ministérios de ordem externa, destinados à toda humanidade na perspectiva da laicidade é possível destacar “o ministério da caridade e promoção humana, ministério político, ministério profético-crítico, ministério dos direitos humanos,” sendo a manifestação da eclesialidade da laicidade e a laicidade da eclesialidade.[18] A “vida matrimonial e familiar, se configura na máxima expressão da vocação dos cristãos leigos e cristãs leigas,” pois esta vocação revela a laicidade profunda que a caracteriza, por ser “sacramento da comunhão trinitária e da comunhão entre as pessoas humanas”, mostrando que a linguagem simbólica de estar unidos “em uma só carne”(Gn 2.25), também carrega o sentido de que “a originalidade do cristianismo é o mistério trinitário”.[19]

Quanto aos ministérios de ordem interna destacamos a contribuição dos cristãos leigos e cristã leigas “na catequese, liturgia, celebração dos sacramentos, coordenação da comunidade, entre outros, onde muitos são organizados dentro das pastorais, visando corresponder melhor a prática evangelizadora da Igreja.”[20]

 Referências Bibliográficas

ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO. 11º. Plano de Pastoral da Arquidiocese de São Paulo: Testemunha de Jesus Cristo na Cidade. São Paulo: Secretariado Diocesano de Pastoral, 2012. 44p.

CNBB. Documentos da CNBB-25: As Comunidades Eclesiais de Base na Igreja do Brasil. Brasília: Edições CNBB, 1986. 17p.

———. Documentos da CNBB-80: Evangelização e Missão Profética da Igreja. São Paulo: Paulinas, 2005. 144p.

———. Documentos da CNBB-88: Projeto Nacional de Evangelização: “A alegria de ser discípulo missionário”. São Paulo: Paulinas, 2008. 32p.

———. Documentos da CNBB-94: Diretrizes Gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil: 2011-2015. Brasília, Edições CNBB. 2011. 112p.

CONCÍLIO ECUMÊNICO VATICANO II. Mensagens, discursos, e documentos. Tradução de Francisco Catão. São Paulo; Paulinas, 1998. 851p.

OLIVEIRA, José Lisboa Moreira de, Nossa resposta ao amor: Teologia das vocações específicas. São Paulo: IPV, Loyola, 2001. 325p.

SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL. Novo Testamento Interlinear Grego-Português. São Paulo, 2004. 992p.

 

[1] SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL, 2004. op. cit. p. 226.

[2]     Igreja Católica Apostólica Romana.

[3] CNBB. Evangelização e Missão Profética da Igreja. São Paulo: Paulinas, 2005. p. 21-33.

[4] CNBB. Projeto Nacional de Evangelização.São Paulo: Paulinas, 2008. p. 9.

[5] CNBB. Projeto Nacional de Evangelização, 2008. p. 14-15.

[6] SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL, 2004. op. cit. p. 244.

[7]     OLIVEIRA, José Lisboa Moreira de. Nossa resposta ao amor: Teologia das vocações específicas. São Paulo: IPV, Loyola, 2001. p. 19.

[8]     OLIVEIRA, 2001. p. 19 e 20.

[9]     CONCÍLIO ECUMÊNICO VATICANO II, 1998. Lúmen Gentiun. op. cit., p. 223-225 § 390-396.

[10]    OLIVEIRA, 2001. p. 49 e 50.

[11]    OLIVEIRA, 2001. p. 60-64.

[12]    Ibidem, p. 64-67.

[13]    Ibidem, p. 67 e 68.

[14]    OLIVEIRA, 2001. p. 101-102.

[15]    OLIVEIRA, 2001. p. 104 e 105.

[16]    Ibidem, p. 105 e 106.

[17]   CNBB. Documentos da CNBB-25: As Comunidades Eclesiais de Base na Igreja do Brasil, 1986. op. cit., p.1.

[18]    OLIVEIRA, 2001. p. 113.

[19]    Ibidem, p. 116.

[20]    OLIVEIRA, 2001. p. 103.