Empreender e Teologar

"A convergência de dois olhares específicos em prol do bem comum"


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Parabéns Protestantes! Meus Irmãos não tão separados assim!

Robson Cavalcanti

Teólogo e Leigo Católico

Hoje uma Prima de terceiro ou quarto grau do RJ lembrou que hoje é comemorada a reforma protestante.

Por isso quero desejar meus parabéns aos amigos e familiares evangélicos/protestantes. De fato este é o dia do nascimento de outra fase da Igreja de Jesus Cristo. Do ponto de vista Católico, um pouco triste, pois marca um cisma da Igreja Católica cujo protagonista foi Lutero. Tempos atrás isso gerou inimizades a ponto de sermos considerados inimigos. Porém o Concílio vaticano II possibilitou romper as barreirar que impediam o ecumenismo e hoje podemos nos chamar de “irmãos separados”.

E me alegra muito saber o quanto se está avançando no diálogo e na unidade entre a gente!

Em 1999 Católicos e Luteranos publicaram o documento: DECLARAÇÃO CONJUNTA SOBRE A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO . Mostrando o POSICIONAMENTO OFICIAL CONJUNTO DA FEDERAÇÃO LUTERANA MUNDIAL E DA IGREJA CATÓLICA, ou seja, a compreensão comum sobre a justificação. Que passo não?

Os metodistas que me corrijam, mas creio que em 2006 o Conselho Mundial Metodista (CMM) também aderiu à Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, firmada por católicos romanos e luteranos em 1999, como um novo marco no ecumenismo. Que maravilhoso isso!

Em 2010 bento XVI fez uma VISITA À IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DE ROMA.

Sem contar os anos de 2009 a 2012 que convivi fraternamente com irmãos evangélicos de várias denominações, juntamente com os professores da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista. Uma experiência única e marcante de diálogo interreligioso e ecumenismo vividos na pele.

Portanto, sou grato a Deus por ter uma relação fraterna entre todos vocês.

É a partir daí que quero compartilhar este texto, que achei muito interessante, elaborado por Rui Luis Rodrigues, doutor em História pela USP, diretor e professor da Faculdade de Teologia Carisma, em artigo publicado pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação – ALC, 21-10-2013.

Eis o Texto

Sexta, 25 de outubro de 2013

Lutero, a justificação e o papa Francisco

Depois de alguns séculos repousando em sua tumba, Martinho Lutero ressurgiu dos mortos. Como bom alemão, sua primeira parada vindo do cemitério foi numa cervejaria; depois de surpreender-se com algumas diferenças de dialeto e perceber que sua tradução da Bíblia, feita “na linguagem de hoje” do século XVI, tinha virado uma tradução castiça (“Raios, preciso fazer tudo de novo! E incluir umas dessas gírias atuais!…”), o querido reformador foi inteirar-se do cenário religioso.

Numa biblioteca, aprendeu rapidamente a usar nosso oráculo; e através do Google descobriu que em 31 de outubro de 1999 católicos e luteranos assinaram um documento de consenso sobre o próprio “pomo de discórdia” da Reforma luterana, a doutrina da justificação.

A primeira coisa que Lutero pensou, maravilhado, foi: “Se tivéssemos tido uma reunião dessas em 1517, tudo teria sido diferente!” Não é novidade para ninguém que Lutero nunca quis deixar a Igreja; e, segundo aquele documento que o reformador ressuscitado tinha diante dos olhos, já não havia mais “causa suficiente” (como se diria no século XVI, em linguagem escolástica) para o rompimento.

Lutero saiu da biblioteca empolgado e, depois de informar-se, rumou para a casa do superintendente distrital da Igreja Luterana. Queria saber a quantas andava o processo de reconciliação. No caminho, viu um pequeno grupo amontoado diante da vitrine de uma loja, na frente de um aparelho de televisão. Transmitia-se uma entrevista dada, no Brasil, pelo papa Francisco. Lutero ficou ali, vendo a entrevista. Assistiu-a inteira. Habituado aos papas “principescos” do século XVI, Lutero praticamente não acreditava que aquele padre humilde, falando na necessidade do clero viver na pobreza no meio dos fiéis, podia efetivamente ser um papa.

Lutero, que sempre teve muito respeito por Maria, começou imediatamente a entoar o Magnificat: “Minha alma engradece ao Senhor, e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador…” Sua vontade era a de também entoar o Nunc Dimittis, o cântico de Simeão: “Agora, despede em paz o teu servo, ó Senhor…” – porque dizia consigo mesmo: “Tudo se acertou! Não sou mais necessário aqui!”

Mas, num determinado momento da entrevista do papa, Lutero ficou ainda mais surpreso. O papa falava sobre as reformas a serem conduzidas na Cúria romana e, para justificá-las, disse, com toda a simplicidade: “Há um ditado muito antigo na Igreja que diz: Igreja reformada, que deve sempre ser reformada”. Lutero mal podia crer no que ouvia. “Ecclesia reformata, semper reformanda”, esse lema que embalou tantos adeptos da Reforma luterana, estava nos lábios do atual papa!

Com o coração aos pulos, Lutero chegou à casa do superintendente distrital da Igreja Luterana. Surpresa, abraços efusivos, o homem chorava feito criança: “Cresci lendo suas 95 Teses!” “Que bom, que bom”, dizia Lutero. “Mas vamos ao que interessa. Viste o discurso do papa no Brasil?” “Bem, não…” “Mas por que não? Que *&$#@, homem!” (Não se escandalizem, é sabido que Lutero empregava linguagem pesada, até no púlpito).

Imediatamente Lutero procurou a entrevista no Youtube, servindo-se do notebook do filho do superintendente. Mostrou-a ao homem, que a assistiu, pasmo. Finda a entrevista, Lutero disse: “Soube pelo mesmo Google que a Igreja que vocês teimam em chamar ‘luterana’ (um absurdo, porque eu não morri na cruz para ter Igreja em meu nome!) assinou um acordo com a Igreja Católica em 1999 sobre a doutrina da justificação. É verdade?”

O superintendente tremeu, achando que isso teria desagradado o reformador. Tentou se explicar: “Veja, é que…” “Não me venha com ‘é que’! ‘É que’ coisa nenhuma! Quero saber o que foi feito depois para a plena reconciliação!” “Como assim?”, disse o homem, trêmulo.

Lutero botou ambas as mãos sobre a cabeça, num gesto seu muito peculiar; sentou-se e pediu uma caneca de cerveja, “Weiss, por favor!” Depois de beber, limpou o bigode de espuma e disse, já mais calmo: “Vocês assinam um documento que mostra que o motivo principal das 95 Teses, o desentendimento em torno da doutrina da justificação, foi plenamente superado. Hoje, católicos e ‘luteranos’ pensam de igual modo sobre as bases da fé cristã. Acabo de ouvir o discurso do mais evangélico dos papas. E me pergunto: com tudo isso, como, 14 anos após esse acordo, ainda não nos reconciliamos plenamente?”

O superintendente travou. Como explicar ao reformador a multiplicidade de interesses, de jogos de poder, de cátedras episcopais? Como dizer a ele que gerações de cristãos luteranos foram formados mais no ódio aos católicos do que na doutrina bíblica, e que o mesmo aconteceu também entre os católicos relativamente aos luteranos? Como dizer que “ser luterano” tornara-se característica “nacional”, especialmente para os alemães do norte, e que a plena reconciliação poderia desagradar muita gente?

“Entenda, rapaz”, disse o antigo monge agostiniano. “Tivesse eu, em 1517, sido recebido por um homem como esse Francisco; tivesse eu tido ao meu alcance um grupo de teólogos católicos como esses que assinaram o acordo em 1999, jamais teria havido essa tal ‘reforma’. Ou melhor, ela teria ocorrido sim, mas como deveria ser: dentro da Igreja. De nada adianta sair e construir uma casa nova, quando o que queremos é reformar o antigo solar de nossa família. Compreendeu?”

O outro engoliu em seco. “Sim… Acho que sim.” E depois de um silêncio, perguntou: “O que o senhor quer que a gente faça?” Lutero soltou uma risada larga, outro traço característico seu, e disse: “Você ainda pergunta? Não é o que eu quero, meu jovem, é o que o Senhor quer! João 17:21 faz parte da sua Bíblia, não faz? Bom, reúna a rapaziada toda e vamos pra Roma conversar com Francisco. O caminho é longo…”

“Agora vamos de avião, voando”, disse o superintendente. “Chegaremos em poucas horas”.

“Que bruxaria será essa?”, pensou Lutero. Mas, depois de Google, de televisão e de um papa que falava em reformas mais do que os protestantes, não se surpreendia com mais nada. “Que seja, compre as passagens. Mas antes, vamos beber outra cerveja!”

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/524989-lutero-a-justifiacao-e-o-papa-francisco-

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Percepção de Deus na vida humana

 Robson Cavalcanti

Teólogo e Leigo Católico

As palavras seguintes correspondem a minha experiência com Deus, o que torna limitado a compreensão e visão do mundo. Foi um primeiro esboço de reflexão teológica no início do ano de 2009. Entretanto, considero o exercício da reflexão Teológica muito importante, porque cada experiência é única e o testemunho expressado pode nos trazer novas possibilidades de vida.

Eis o texto

Imagino que na infância não temos a vontade e nem a consciência de pensarmos em Deus, pensar sobre Deus. Lembro-me das noites em que minha mãe me ensinava a rezar, juntando as mãos, fazendo a oração do Pai Nosso, Ave Maria, santo Anjo do Senhor fazer o Sinal da Cruz e esperar adormecer. Lembro de ir a Igreja, a Paróquia e não ter a menor consciência do que estava fazendo lá. Com 9 anos tive iniciei a experiência de viver e conviver em uma comunidade eclesial de base, na favela do mangue. Lá as celebrações eram na sua maioria celebrada pelas senhoras. O padre aparecia uma vez por mês. Celebrávamos nos quintais das casas, no frio e no calor, dentro das casas nas salas, em quartos, aonde cabia gente e também celebrávamos nos barracos de madeira, sentados no chão de madeira, onde dava pra ver o rio poluído abaixo e o cheio de esgoto por toda parte. Ainda não entendia muita coisa, mas acompanhava minha mãe em tudo, deste as celebrações até as reuniões mais “quentes”. O padre era um alemão que vivia uma vida simples. Seu carro era um fusca que seus familiares da Alemanha compraram para ele. Ele dava aula para ter seu dinheiro porque não queria o da Igreja. Lembro das palavras de incentivo, dizendo para juntar o dinheirinho da coleta e do dizimo, para abrir uma poupança e para ver se dava pra comprar um pedaço de terra lá na favela. Dizia que a comunidade e a Igreja era o povo. Os ornamentos da consagração da Eucaristia nada tinham de reluzentes. Eram de barro.

Na catequese já aos 12 anos começamos a ter contado mais próximo com a Bíblia. Não lembro de muita coisa. Lembro do amor das catequistas, da dedicação que tinham por nós. Elas também diziam que nós éramos o povo de Deus. A catequese acontecia em uma sala de um prédio no bairro que depois foi ocupada e tivemos que nos reunir nas casas.

Quando cheguei na idade da pré-adolescência, comecei a pensar sobre Deus e seguindo o que me foi ensinado, acreditava em Deus Pai. As vezes pensava em Deus como um pai igual ao meu próprio Pai. Alguém muito ocupado, pouco brincalhão, rigoroso, ao mesmo tempo bondoso, pouco conversador, mas alguém que não descuidava de seu filho, preocupado com a educação e o comportamento.

Crescendo na fé da Tradição Católica, o cristão recebe os sacramentos chamados de iniciação cristã. São sacramentos do Batismo, Primeira Eucaristia e a Confirmação do Batismo, também conhecida como Crisma. Quando não temos uma maturidade na fé, a primeira impressão é de que estes sacramentos só servem para afirmar o cuidado de Deus para com a gente. Mas na medida que vamos crescendo, vivendo a fé na prática, colocando-se a serviço da comunidade, estes sacramentos tomam profundo sentido na vida do Cristão, fazendo com que tenhamos uma nova consciência de Deus, descobrindo qual é o seu projeto e quem é seu povo.

Foi na comunidade eclesial de base que comecei a fazer experiências profundas com Deus.

Tendo uma Bíblia e freqüentando Círculos bíblicos elaborados pela comunidade, comecei a ter uma outra visão e opinião sobre Deus. Por exemplo, percebi que nós todos somos o povo de Deus (Ex. 6.7), ele nos conhece desde o ventre materno, consagrando e enviando para uma missão e este povo seu, deve buscar primeiro o reino de Deus e a justiça (Lc 12.31).

Destas colocações saíram questionamentos sobre o que havia aprendido enquanto criança em relação a Deus. Perguntava aos adultos porque não conheci este Deus quando era pequeno. A melhor resposta que recebi é de que tudo tem seu tempo, seu momento. Quando somos crianças pensamos como crianças, mas depois conforme vamos crescendo a linguagem muda porque também mudamos. Encontrei o fundamento desta resposta no livro de (1 Cor 13.11), e entendi que a maturidade na fé me faz enxergar novas  perspectivas.

Encontrei no livro do profeta Jeremias a escolha e a consagração de Deus na vida de uma pessoa.

As lideranças da comunidade, entre elas, minha mãe e minha tia, incentivavam o povo ao engajamento e a participação na comunidade, ajudando em algo que fosse necessário. A palavra de Deus então fazia sentido na minha vida e a minha vida fazia sentido na palavra de Deus gerando um sentimento de participação na história do povo de Deus.

Em um determinado momento fui convidado a tocar violão nas missas e celebrações, pois até então, eram só cantadas no “gogó” sem instrumento algum. Depois fui convidado a assumir um grupo de jovens como catequista. Estando à frente do grupo, acabamos nos tornando exemplo, espelho, referência para as pessoas. Mas no início, mesmo estando naquela posição, cometia atos contraditórios, onde a pregação não estava em acordo com a prática.

Deus então interpela e mostra o caminho. Um dia de domingo, quando dando a catequese, foi feita a leitura do livro de Mateus, mais precisamente o capítulo 23. Lá o texto fala sobre as ações dos fariseus. No v.3 diz para “observar o que eles dizem, mas não imitar suas ações, pois eles falam e não praticam”. No v.4 estava escrito que “eles amarram fardos pesados e colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los, nem se quer com um dedo”. Nos versículos seguintes falam que eles só querem se aparecer, querem ser os primeiros, ocupar os lugares de honra, serem vistos em praça e serem comprimentados, chamá-los por mestre. Esses são hipócritas. Ainda que esta mensagem tenha sido dirigida aos escribas e fariseus no contexto daquela época, essa passagem me fez refletir profundamente minhas atitudes e a partir daquele momento, procurando então centrar a minha vida no evangelho, buscando a orientação na prática de Jesus.

A passagem de (Jr 1.5) também marca muito minha vida em determinados momentos. Esta passagem para mim é a afirmação de Deus a todos e a todas que nele acreditam. Ele nos conhece e consagra desde o ventre materno, constituindo cada um e cada uma, profeta do mundo, o profeta que anuncia, mas também denuncia.

Em algumas vezes, atribui a relação desta passagem com a minha vida, pois certo dia ao participar de uma reunião com catequistas da comunidade que participo e outras da paróquia, foi transparecida certa superioridade por parte dos membros da Paróquia com relação aos membros da comunidade no que diz respeito a decisões, dizendo que estas só deveriam ser tomadas pelo grupo da paróquia.

Pedi a palavra neste momento e disse: Não concordo! Devemos partilhar tudo em comum, a exemplo dos apóstolos! (At. 2)

Então começamos a discutir o assunto e tomar a palavra de Deus como a base para o assunto tratado, refletindo a prática de Jesus que dizia que não é o servo maior que o senhor (Jô 15), percebendo que era necessária uma visão mais pautada no evangelho e menos na instituição.

Ficava perceptível então que uma prática dogmática e doutrinária, verticalizada, clericalizada, unida a uma concepção contraditória e equivocada de pastoral por parte do pároco (que agora já era outro) tem influência direta nas pessoas. Eu acredito que este é um dos maiores desafios dos leigos em relação à participação nas comunidades eclesiais de base católicas.

No entanto, a comunidade eclesial que participo tem uma característica mais popular, mais de casa. O pouco contato com o padre beneficiava a comunidade em ser mais livre para a prática de uma espiritualidade mais libertadora, mais inclusiva. Na comunidade de base, Deus é apresentado como um Deus do povo sofrido, injustiçado, menos privilegiado, mais perto da gente. O Deus de Jesus Cristo, que não ficava somente no templo, mas se manifestava nas casas, nos barracos, nos quitais, nos bairros, nas cidades, enfim no meio do povo.

Acredito que por esse motivo a comunidade eclesial aqui comentada teve no inicio, o nome de “Comunidade Povo de Deus”. O trabalho da comunidade era itinerante, pois naquela época não possuía espaço físico fixo para as atividades e celebrações. O povo ainda continua sendo menos favorecido, visto que a realidade local é composta também por uma favela.

Na atualidade a comunidade possui um espaço físico, recebeu outro nome, “Cristo Ressuscitado”, atribuído à data de sua fundação. Contudo, por influência da prática pastoral ainda mais conservadora da Igreja Católica, o serviço pastoral social deixa muito a desejar nesta realidade, o clero procura se envolver mais na comunidade eclesial agora, tentando controlar, incentivando as lideranças a priorizar as celebrações eucarísticas, o que de certa forma, inibe a ação leiga no meio do povo.

Deus assim me interpela com mais intensidade. O Deus da minha infância agora tem uma atitude diferente, pois aprendi que Deus está além das representações e símbolos que utilizamos. Também não está no céu apenas vigiando, cuidando de nós. Deus está transparente no nosso mundo. Deus tem o rosto do povo que sofre, o jeito do simples. É um Deus conosco que permite a realização de coisas boas.

 Bibliografia utilizada

MOLTMANN, Jurgen. Vida, esperança e justiça: um testamento teológico para a América Latina. São Bernardo do Campo: Editeo, 2008. 101p.

BOFF, Leonardo. Experimentar Deus: a transparência de todas as coisas. Campinas: Verus,  2002. 163p.

BÍBLIA. Português. Bíblia do Peregrino. Tradução de Alonso Schokel. 2. ed. São Paulo: Paulus, 2006.


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Aos mestres, os professores com carinho!

Compartilho com vocês e principalmente com todos os professores esta linda canção, que fala muito sobre esta maravilhosa vocação!

Robson Cavalcanti

Leigo, Teólogo Católico

Ao Mestre Com Carinho
 
Quero aprender sua lição
Que faz tão bem pra mim
E agradecer de coração
Por você ser assimLegal ter você aqui
Um amigo em que eu posso acreditar
Queria tanto te abraçar

Pra alcançar as estrelas não vai ser fácil
Mas se eu te pedir
Você me ensina como descobrir
Qual é o melhor caminho

Foi com você que eu aprendi
A repartir tesouros
Foi com você que eu aprendi
A respeitar os outros

Legal ter você aqui
Um amigo em que eu posso acreditar
Queria tanto te abraçar

Pra mostrar pra você
Que eu não esqueço mais essa lição
Amigo eu ofereço essa canção
Ao mestre com carinho

Pra mostrar pra você
Que eu não esqueço mais essa lição
Amigo eu ofereço essa canção
Ao mestre com carinho

 


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Feliz dia dos Professores!

Boa tarde ! Sentindo saudades! Mas sintam-se abraçados!

Estou encaminhando a mesma mensagem que escrevi a vocês no ano passado, não por falta de criatividade, mas para provar que encerrei meu ciclo para buscar novos, mas ainda sinto a gratidao por serem parte essenciais em minha vida!

 

Parabens a todos! Deus proteja a todos!

Érika Domingo Teixeira Cavalcanti

Bacharel em Administração

FELIZ DIA DOS PROFESSORES


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Igreja, comunidade viva!

 

“Jesus deixou na história uma comunidade viva, a Igreja, para dar continuidade à sua missão salvífica. Paulo a define como “uma carta de Cristo, redigida por nosso intermédio, escrita não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, os corações!” (2Cor 3,3).”

Diretório Nacional de Catequese Doc 84 CNBB